Além da regra de origem específica atribuída ao seu produto (consulte a secção «mercadorias objeto de operações de transformação suficientes»), é necessário verificar que as operações levadas a cabo no país beneficiário/parceiro excedem as operações mínimas enumeradas no conjunto de regras de origem específicas relativas ao país beneficiário/parceiro.

Em todos os conjuntos de regras de origem existe uma disposição que enumera uma série de operações (nomeadamente, embalagem, operações simples de corte, operações simples de montagem, operações simples de mistura, etc.). Se no país beneficiário/parceiro só tiver sido realizada uma das operações enumeradas (ou seja, se aí não tiverem sido produzidas nem transformadas matérias), o produto não pode ser considerado originário, mesmo que a regra de origem atribuída ao seu produto (consulte a secção «mercadorias objeto de operações de transformação suficientes») se aplique.